Contar histórias faz a ligação entre as gerações e fortalece a relação humana

Carmelina Toledo Piza, contadora de histórias, professora, ilustradora, escritora, acabou de lançar o livro ‘Constelações das Deusas e das Mandalas, além das obras ‘Caju, uma história de amor’, ‘Passa Balaio Trançado de Histórias’, Digui Digui Digui Passa o ponto’ e ‘Homens e Deusas no Erótico da Mulher’, escrito após ter retirado as mamas por razão de um câncer. A conversa com Carmelina traz a presença de valores muito fortes, principalmente por estarmos no mês de outubro quando é comemorado o Dia da Criança e Outubro Rosa. Pudemos conversar sobre a infância, sobre o folclore, lendas piracicabanas e o Cururu, tão vivo e parte de sua própria história; e sobre o câncer de mama como uma experiência superada. Assim Carmelina nos descreveu sua história;

 

Carmelina Toledo Piza, com o livro que acabou de lançar ‘Constelações das Deusas e das Mandalas’, e as capas dos livros ‘Caju, uma história de amor’, ‘Digui Digui Digui Passa o ponto’ e ‘Homens e Deusas no Erótico da Mulher’

 

“Eu sou uma artista e sempre serei uma eterna criança que se recusa a largar o lápis de cor. 

Tem uma história nessa frase, essa frase existe porque eu tenho uma história. No meu período da escola tinha poucas meninas que tinham lápis de cor, e a gente que não tinha dizia assim: ‘me empresta o seu lápis pra pintar o sol? Nossa! Mas o seu sol é tão grande! Vai acabar o meu lápis. Empresta o seu lápis de cor? Nossa, mas quantas folhas tem o seu desenho!’. Um dia, eu cheguei em casa brava porque eu vivia pedindo lápis de cor, lápis de cor, eu queria lápis de cor. Eu não me lembro a situação mas, a gente estava na casa de umas tias e a minha prima tinha lápis de cor. Eu me lembro da voz da minha tia dizendo pra mim; ‘Carmelina, no Natal a titia dá uma caixa de lápis de cor pra você’. E aí, a criança espera uma dúzia de lápis de cor grande. No Natal, ela chegou com aquela caixinha com meia dúzia de lápis de cor, desse tamanhinho. Foi uma decepção muito grande mas, os únicos que eu tive naquela época. Aí, eu tinha lápis de cor pra pintar o meu sol, pra pintar as folhas, só que eu não apontava os lápis porque ia acabar, já eram tão pequenininhos. E isso ficou muito forte em mim. 

Quando eu comecei o processo do desenho, foi neste momento que eu lembrei, tudo bem, eu sou uma artista, mas eu tenho uma criança interior que não larga o lápis de cor. É muito forte isso pra mim. A nossa infância foi pobre mas, não foi miserável, pois, tínhamos a casa, tínhamos a coberta para cobrir, a cama para deitar, o arroz, o feijão, a carne e a salada não faltava. Foi uma infância pobre, mas uma infância muito rica porque a gente tinha a liberdade da rua. A gente brincava na rua e os pais sentados na frente da casa porque não tinha televisão.

Eu nasci em Tietê, SP, fui pra São Paulo, capital, com um ano de idade. Cheguei em Piracicaba, SP,  com seis anos e meio. Entrei para a escola em Piracicaba, uma cidade muito importante, forte, eu amo esse Rio Piracicaba, eu choro de ver o rio seco do jeito que ele está. Eu fiz Magistério, para dar aulas, fiz concurso para professor no Estado, e abandonei tudo depois para contar histórias. 

No período que lecionei, eu regatei todas as lendas piracicabanas junto com as crianças, isso ficou muito forte porque estavam esquecidas. Piracicaba tem lendas maravilhosas e até hoje eu conto essas lendas, quando eu virei a contadora de histórias, era um dos trabalhos que eu fazia com os professores no mês de agosto, mês do folclore. Eu amo o saci, a mula sem cabeça, mas, nós temos uma riqueza muito grande aqui e, eu comecei a contar as lendas piracicabanas. Muitos professores não conheciam, por que? Eu ouvia essas lendas piracicabanas quando eu era criança, por isso a infância é muito forte pra mim, porque eu vou buscar lá, a minha história. Eu tenho uma história, você tem uma história; todos nós temos histórias. 

Eu falo muito para os professores e para os pais contarem histórias, eu ouço: ‘eu não sei contar histórias’, eu digo, conte a sua infância, onde nasceu, do que você brincava, qual era a comida que você gostava; era a comida da vovó, a macarronada no domingo? Era o arroz com ovo frito da mamãe? Conte para o seu filho. Conte para o seu aluno que você foi uma criança e que você teve uma infância. É muito lindo e rico isso porque a criança acha que a gente nunca brincou, que a gente sempre foi gente grande. 

A oralidade na vida familiar está se perdendo, hoje é muito raro você ver um pai contando a sua própria história ou o que ele acabou de fazer durante o dia de trabalho. Conte para o seu filho porque a criança quer lhe ouvir. Eu me lembro do depoimento de uma professora e mãe, ela contava histórias para o filho no berço e quando saiu a fita k7 com histórias, ela colocava pra ele ouvir. Durante o dia ele aceitava, mas à noite não; à noite ele queria ouvir as histórias da mãe, através da voz da mãe, queria o toque da mãe. Ela me falou que demorou pra descobrir isso”.  

Os cururueiros

“Na rua que eu morava, por coincidência, morava a mãe de um dos melhores cururueiros daqui, o Nhô Serra. Tinha o Pedro Chiquito e o Parafuso. Cururu nada mais é do que o desafio cantado e rimado. Por exemplo, na época das festividades de São João, de Santo Antônio, os cantadores  rimam a letra com o Santo; trata-se de uma rima presencial. Todos os sábados, à noite, os cururueiros se reuniam na casa da mãe do Nhô Serra, para cantar Cururu. Era o Pedro Chiquito, o Parafuso e o Nhô Serra, sempre com dois violeiros. Nós crianças, brincávamos na rua, mas o que é que a gente ouvia? O Cururu, até às 22h. No domingo de manhã eles começavam lá pelas 9h, cantavam até a hora do almoço.

O Nhô Serra foi um grande contador de histórias também, e eu tenho uma passagem com ele. Quando gravaram o CD dele eu estava lá, presente, no Sesc, na primeira fileira – eu já era uma contadora de histórias – ali ele me disse: ‘talvez, eu não veja nem o lançamento desse CD, mas eu tenho uma coisa pra dizer, eu vou deixar nesta cidade uma pessoa que vai continuar com as minhas histórias’ — ali ele me apresentou para o público que já me conhecia. E ele nem viu o lançamento do seu CD, infelizmente”. 

O livro Homens e Deusas no Erótico da Mulher

“Eu escrevi o livro ‘Homens e Deusas, no Erótico da Mulher’, que eu escrevi com a minha experiencia quando eu retirei as duas mamas com o câncer. Só que eu não fico assim: ah! Eu tive câncer! Não! Ele (o livro) tem muito humor e é muito gostoso (de ler) e, ao mesmo tempo, eu escrevi uns poemas quase eróticos (não são totalmente eróticos). A Dé, minha amiga é percussionista, ela musicou os poemas, vamos trabalhar as duas coisas, os poemas do livro, a literatura do livro, e a Dé tocando as músicas. Ainda não tem um tema mas, será mais um trabalho.

Nele eu conto que eu tive um problema sério, uma consequência de um erro médico, por isso que eu tive que tirar as mamas mas, eu falo disso com muito humor. O escrever, pra mim, é uma catarse como você mesmo disse. O meu primeiro livro infantil, ‘Caju uma história de amor ‘ foi quando eu perdi um grande amor, eu tenho esse processo da escrita; ‘Homens e Deusas’, um erótico da mulher foi a mesma coisa. 

Foi muito difícil ouvir: ‘você tem câncer’. É câncer, tá. E aí? Bom, aí eu vou retirar um nódulo e depois eu dizia ao meu ginecologista: tem alguma coisa, eu sinto que tem alguma coisa. E eu ia fazer uma viagem para o Egito, e ele me disse: “faz a sua viagem e depois quando você voltar a gente pede uma mamografia. Eu falei; ‘tá bom’. E quando eu fui para o Egito, eu aproveitei, desfrutei de todos aqueles lugares maravilhosos e como no nosso grupo tinha uma amiga médica, eu falava pra ela: eu vou fazer tudo! Se acontecer alguma coisa (porque eu havia saído da radioterapia) você está do meu lado. Vou descer até o fundo do poço. Ela falava: ‘tá bom Carmelina, vai, que eu vou junto, vamos’. 

Quando eu volto do Egito, que eu faço a mamografia, na mama esquerda que havia retirado um nódulo, tinha mais dois nódulos que ele (médico mastologista) não retirou e a coisa tava assim, ó; dia a dia estava explodindo. Aí, claro, eu mudei de médico, fui consultar uma médica e ela me disse: ‘já que aconteceu isso com você, eu só opero se você me permitir retirar as duas mamas’. Aí eu retirei as duas mamas, e do meu corpo foi reconstituído as mamas. Mas eu não aceitava o meu corpo, aliás, as mamas. Eu não aceitava. Eu não me olhava mais no espelho, por período de tempo. O médico, cirurgião plástico dizia: ‘Carmelina, as suas mamas estão lindas, eu fiz o máximo que eu podia’. Eu dizia, eu não aceito. 

Foi quando eu pensei, eu vou escrever um livro. E dei início escrevendo tudo isso, a minha história, o meu processo emocional quando eu ouvi pela primeira que eu tinha um câncer. E contava também as situações engraçadas que aconteceram nesse período. 

Bom, o livro estava pronto, eu pedi para uma amiga ler, ela me disse: ‘Cá, está faltando alguma coisa’. Eu lembrei das minhas poesias quase eróticas, vai encaixar direitinho. Reescrevi, revisei, fiz umas ilustrações. Ela me disse: ‘nossa Cá! O livro está legal mas essas ilustrações’ (questionou). Amigo serve pra tudo. Ela me disse: ‘já sei! Vamos fazer um ensaio fotográfico’. Eu fiquei de boca aberta, sem palavras. 

Nós chamamos uma pessoa para fazer o ensaio fotográfico, ela coordenou tudo. No livro tem fotos minhas, por uma fotógrafa maravilhosa. Naquele dia, o marido e os dois filhos saíram de casa, ficou a minha amiga como coordenadora, a fotógrafa e, eu para o ensaio fotográfico. Usamos os tecidos que eu uso para contar histórias. Menina, as fotos ficaram lindas! O livro foi uma catarse pra mim, como você disse, eu escrevi ele para botar tudo pra fora mesmo”. 

O livro Constelações das Deusas e das Mandalas

“Esse livro que eu estou lançando, que está aqui na minha mão, ele surgiu no início da pandemia, quando as crianças foram embora eu vi que o meu orçamento tinha diminuído consideravelmente e que o que é eu ia fazer? Porque as escolas estavam fechadas, o Sesc, o Senat, o Sesi, e eu tinha um contrato com o Sesc. Eu descobri, vendo na internet, um workshop de lápis de cor. Fiz e comecei a desenhar, desenhar, eu colocava para alguns amigos que me incentivavam: ‘nossa Cá, está lindo! Que legal!’. Eu respondia: gente, eu resgatei aquilo que eu gostava de fazer que é desenhar, pintar. E eu fui escrevendo poemas, eu gosto tanto das deusas, eu fui escrevendo poemas e desenhando as deusas. Mas a deusa não vai sozinha, vai com as mandalas. Eu juntei no livro poemas e mandalas com a face da deusa”. 

 

 

A Arteterapia

Eu sou uma artista e sempre serei uma eterna criança que se recusa a largar o lápis de cor. 

Em outubro eu comemoro trinta anos que eu conto histórias. Eu tenho uma vida de artista através da contação de histórias. E antes da contação de histórias, eu dava algumas aulas de educação artística, minha formação é Letras, mas como eu gostava dessa parte de artes, e o Estado estava sem professores de educação artística, a Carmelina estava lá. Eu também dei aula de pintura por muito tempo, em casa, naquele período que foi uma febre a pintura de guardanapos. Desde menina eu desenho, faço as minhas pinturas, os meus recortes; eu só parei quando eu fui professora no Estado”. 

A contação de histórias foi interrompida com a pandemia e de repente, eu encontro a Arteterapia, foram dois anos de Arteterapia na Unip, em São Paulo. Durante o curso vêm tudo isso: você é uma contadora de histórias e pode fazer uso da arte e da história a hora que você quiser. 

Hoje, eu atendo as crianças e adolescentes como arteterapeuta, mas a história é o foco.

São crianças e adolescentes que trazem a dificuldade por exemplo, em aceitar a separação dos pais ou que está passando por dificuldades na escola e não se interessa por outras atividades. Vem pra cá, a gente desenha, faz colagem, saímos pra passear na rua, dentro de um processo lúdico individual. E sempre tem uma história pra ser contada, eu insiro a história no atendimento”.  

O que lhe surpreende nessa geração? 

“Aqui, eles não usam o celular. É um pouco complicado de chegar num diálogo com essa criança que está muito dentro dela mesma. De início, e aí? Como você está? ‘Tô bem’. E na escola? ‘Tá bom’. São respostas de frases curtas. Vamos desenhar? ‘Vamos’.  Vamos fazer uma colagem hoje? ‘Vamos’. As respostas tem essa coisa de vamos fazer; tudo bem; vamos fazer. Leva um tempo para estabelecer a conquista, a confiança. No meu caso, quando começam a confiar é muito rico o trabalho, geralmente se dá através de uma história. 

Muito interessante foi um caso que eu atendi por dois meses, a adolescente estava comigo e eu dizia, ‘e agora José? Tem uma pedra no caminho’. O caminho tem uma pedra eu pensava. Um dia, eu vou contar uma história pra você e contei o meu livro ‘Caju, uma história de amor’. Quando eu terminei de contar ela estava com os olhinhos marejados. Eu falei, chora. Na época, não tinha pandemia, eu sugeri um abraço e que ela chorasse. Aí, ela colocou tudo pra fora. É difícil você chegar neles em todos os sentidos, seja na conversa, seja através do diálogo, do acolhimento, das atividades. 

Trata-se de uma geração inteligente, pois, eles sabem de tudo, conhecem tudo. Muitos deles estão precisando do colo da mãe e do pai, isso eu constato. Eles querem o olhar do pai, querem o olhar da mãe, querem sentir que são amados, que são queridos. Eles precisam daquilo que a gente teve muito forte na infância que é o carinho, o afeto, a ternura, o abraço; isso faz falta”. 

A importância do tempo da infância 

“Parece que eles (crianças e adolescentes) ficam assustados pelo fato de eu ter sido uma criança e que eu brinquei na rua. O menino chegou aqui com o joelho estourado porque caiu do skate, eu falei: nossa meu Deus! O meu joelho também ficava assim. ‘Mas você brincava de skate?’ Skate não, mas eu pulava corda, eu andava de bicicleta, eu corria, eu brincava na rua. Eu contei pra ele daquela situação que a gente andava muito descalços e ao tropeçar arrancava a ‘tampa’ do dedão do pé. Então eu desenhei a ‘tampa’ do dedão pra ele saber que aquilo levantava através do corte. Eu falava, pensa que a minha mãe me levava ao médico? Que nada! Ela pegava um pano, já bem lavado, usado, punha no óleo vegetal, aquecia aquele pano que ficava quase pretinho. Ela colocava a tampinha do dedo no lugar de volta, punha aquele paninho com óleo bem quentinho lá, enfaixava o dedinho e a gente voltava brincar. Dois dias depois a gente estava com a tampinha coladinho e eu não tenho marca nenhuma nos meus dedões. A história faz a ligação entre as gerações e fortalece a relação humana”.

Carmelina vai receber uma homenagem em novembro, como alguém que sempre levou a literatura, a cultura, os ensinamentos às crianças, aos adultos. A iniciativa é da Rádio Nova XV. 

“A rádio é a minha paixão que vem da infância ao ouvir histórias do rádio; eu não tenho televisão em casa. Na minha infância tinha o Programa ‘A Hora do Brasil’ criado em 1935, durante o governo de Getúlio Vargas, com o nome ‘Programa Nacional’. Em 1938, passou a ter transmissão obrigatória com horário fixo das 19h às 20h, e seu nome mudou para ‘A Hora do Brasil’. Em 1962, adotou o nome ‘A Voz do Brasil’, que mantém até hoje. O meu pai ouvia todo santo dia. Eu sou a mais nova de casa, meu irmão onze anos mais velho, minha irmã dez anos, então, eu não entendia que naquela hora, da ‘Hora do Brasil’ eu tinha que ficar quieta. E não tinha outra coisa pra fazer a não ser ouvir o rádio e conversar. Então, nessa hora os meus irmãos ficavam comigo e a gente brincava muito. Ficávamos num lugar mais distante que podia falar baixinho para o meu pai ouvir a ‘Hora do Brasil’ do jeito que ele queria. Essa é uma memória boa pra mim, daqueles momentos com os meus irmãos. 

 

Carmelina apresenta o programa de literatura infantil ‘Balaio trançado de histórias’ na Rádio Web Pira Mix

 

A Rádio Educativa de Piracicaba, da Secretaria da Educação

“Uma amiga minha da Biblioteca Municipal me disse: ‘Cá, vamos montar um Programa (de rádio)? Eu preciso movimentar essa Biblioteca, penso em montar um Programa na Rádio Educativa, você fala sobre literatura infantil e eu falo dos livros da Biblioteca, a gente põe música’. Eu falei, vamos trazer uma outra pessoa e trouxemos o Alexandre Brajion. Então, éramos a Lucila, eu e o Alexandre. O Programa chamava Educativa nas Letras. E não é que o Programa deu certo? Entramos num projeto do Governo do Estado de São Paulo e nós ganhamos o incentivo.  Eu fiquei cinco anos no Programa, eu saí em 2006 e eles continuaram. A programação era uma delícia, acontecia aos sábados, eram quatro blocos, a Lucila sempre dando as notícias dos livros da Biblioteca, o Alexandre, um excelente professor de português, hoje doutor, ele trazia sempre um escritor famoso e eu trazia a literatura infantil.  

Um diretor da rádio chegou pra mim e disse; ‘por que você não faz um programa infantil?’ Eu não consigo. ‘Claro que você consegue, faz um piloto’. Eu fiz o piloto em casa mesmo, foi aprovado pela Prefeitura Municipal, eu fiquei três anos com o Programa de literatura infantil. Mudou o prefeito, mudou o secretário da educação, eu era uma voluntária, e todos os voluntários saíram no período da pandemia. O técnico do Educativa nas Letras montou um programa de rádio web e me pediu pra ajudar, recentemente. Eu faço o ‘Balaio trançado de histórias’ é o nome de um livro meu e do Programa na Rádio Web Pira Mix”.

1 comentário sobre “Contar histórias faz a ligação entre as gerações e fortalece a relação humana”

  1. Muito boa e bem descrita a sua entrevista com essa minha amiga maravilhosa que é a Carmelina ! Adorei ! A entrevista ficou ótima ! Parabéns, Adriana ! Um beijão para toda a sua família ! Grato por me enviar essa jóia ! Até mais, e muito sucesso em todas as suas empreitadas !
    Muito comovente , real e sincera a revelação pública do problema de saúde enfrentando pela Carmelina ! E VIVA O OUTUBRO ROSA ! ! VAMOS NOS CUIDAR, MULHERES ! HOMENS TAMBÉM, POIS TOMEI CONHECIMENTO QUE CÂNCER DE MAMA É RARO, MAS PODE ATINGIR HOMENS TAMBÉM ! !
    TODOS ATENTOS ! !

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